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Cadê o Branco? O Mistério das Faixas Invisíveis em Camaquã

  • 28 de mar.
  • 1 min de leitura
Cruzar a Rua Sete de Setembro e muitas outras ultimamente tem exigido mais do que paciência; exige fé e um curso de artes cênicas.
Cruzar a Rua Sete de Setembro e muitas outras ultimamente tem exigido mais do que paciência; exige fé e um curso de artes cênicas.

O cenário é digno de filme de suspense: na 7 de Setembro uma sinaleira desligada que serve apenas como peça de decoração urbana e faixas de segurança que desapareceram completamente.


A situação da pintura viária em nossa cidade atingiu um nível de "transparência" invejável.

O problema é que essa invisibilidade tem preço, e ele é alto. Ontem, infelizmente, uma mulher foi atropelada em outro ponto onde a sinalização também já pediu demissão faz tempo. Enquanto a tinta some, o perigo aparece.


Fica a dúvida: será que os nossos políticos só andam de carro com insulfilm nota dez e ar-condicionado no talo? Porque, se colocassem o pé na calçada do Centro, perceberiam que atravessar a rua virou esporte radical. É um "salve-se quem puder" onde o pedestre é o alvo e a faixa de segurança é apenas uma vaga lembrança na memória dos mais antigos.


Se o problema for o orçamento para o material, a gente resolve agora. Se a desculpa é que "acabou a tinta branca" no almoxarifado municipal, podem passar aqui em casa. Tenho uns galões de sobra e empresto com o maior prazer! Só tragam o rolo e a disposição, porque o povo já cansou de esperar a prefeitura decidir qual cor combina mais com o asfalto.

 
 
 

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