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Corsan esquece a torneira aberta e transforma rua em "Piscinão do Cristóvão"

  • 28 de fev.
  • 1 min de leitura
Três dias de hidroginástica forçada e batismo de para-choque: é assim que os moradores da Rua Cristóvão Gomes de Andrade estão "comemorando" o novo ponto turístico da cidade. O vazamento, que já virou patrimônio histórico da semana, resolveu que o asfalto perto do hospital estava muito seco e precisava de um tratamento de spa contínuo.
Três dias de hidroginástica forçada e batismo de para-choque: é assim que os moradores da Rua Cristóvão Gomes de Andrade estão "comemorando" o novo ponto turístico da cidade. O vazamento, que já virou patrimônio histórico da semana, resolveu que o asfalto perto do hospital estava muito seco e precisava de um tratamento de spa contínuo.

Enquanto a água potável vai embora como se não houvesse amanhã (ou conta no final do mês), quem passa por ali está em dúvida se engata a primeira ou se puxa o remo. A vizinhança já está quase trocando o "bom dia" por um "tá batendo onde a água em você?", enquanto aguardam a Corsan aparecer para acabar com o festival de nado sincronizado involuntário.

A meta da comunidade é simples: que a rua volte a ser rua e pare de tentar ser o Rio Camaquã. Alô, Corsan! O pessoal agradece a "piscina", mas prefere o asfalto seco e sem ondas.


 
 
 

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