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Moradores do Siá Juliana denunciam descumprimento da "Lei do Psiu" e falta de policiamento

  • 10 de mar.
  • 2 min de leitura

CAMAQUÃ – A tranquilidade esperada pelos moradores do bairro Siá Juliana, em Camaquã, tem sido substituída por noites de insônia e frustração. Diversos relatos apontam que a chamada "Lei do Psiu" — que regula a poluição sonora e o sossego público — tornou-se "letra morta" na região, especialmente durante os fins de semana.

A principal reclamação da comunidade não se restringe apenas ao volume excessivo de caixas de som e algazarras em residências e vias públicas. O ponto central da indignação é a suposta ausência da Brigada Militar no atendimento das ocorrências.


Relatos de Impunidade:

Moradores que preferem não se identificar por medo de represálias afirmam que as ligações para o número de emergência (190) raramente resultam em viaturas no local. "Ligamos repetidas vezes quando o som passa dos limites, mas a viatura simplesmente não aparece. O sentimento é de total desamparo", desabafa um residente da localidade.

O impacto do barulho excessivo tem afetado diretamente a saúde dos moradores, incluindo idosos e famílias com crianças pequenas. Segundo os relatos, o desrespeito dos vizinhos barulhentos é alimentado pela certeza de que não haverá fiscalização ou sanções imediatas.


O que diz a legislação e as autoridades:

A legislação municipal prevê multas e até a apreensão de equipamentos sonoros para quem ultrapassa os limites de decibéis permitidos. No entanto, para que a lei seja aplicada de forma ostensiva no momento da infração, a presença da força policial ou da fiscalização municipal é indispensável para a lavratura do termo circunstanciado.

Até o fechamento desta reportagem, o comando local da Brigada Militar não havia emitido um posicionamento oficial sobre as queixas específicas do bairro Siá Juliana ou sobre o efetivo disponível para este tipo de demanda na cidade.

Principais reclamações registradas:

* Som automotivo em volumes extremos durante a madrugada.

* Festas residenciais que avançam o horário permitido sem moderação.

* Dificuldade de contato ou tempo de espera prolongado no canal 190.

A comunidade agora organiza um abaixo-assinado para solicitar uma audiência com as autoridades de segurança pública e a prefeitura, buscando garantir que o direito ao silêncio e ao descanso seja, finalmente, respeitado em Camaquã.

 
 
 

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