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Decreto do anzol: Peixe no anzol, não na Rede! 🐟🚫

  • 10 de mar.
  • 2 min de leitura
O Conselho de Meio Ambiente de Camaquã cansou de ver as barragens Arroio Duro e Maria Ulguim virarem "self-service" predatório. A ideia é simples: rede e tarrafa estão fora de moda (e quase fora da lei).
O Conselho de Meio Ambiente de Camaquã cansou de ver as barragens Arroio Duro e Maria Ulguim virarem "self-service" predatório. A ideia é simples: rede e tarrafa estão fora de moda (e quase fora da lei).

Confira o resumo do "decreto do anzol":

* Tchau, Redes: O projeto quer proibir quem usa malha fina, explosivos ou veneno. O objetivo é salvar o "berçário" dos peixes e focar no turismo esportivo.

* Pode Pescar? Sim! O caniço está liberado para quem quer garantir o almoço ou apenas relaxar. A briga é contra a farra profissional que esvazia a água.

* Drones no Ar: A fiscalização está tecnológica. Drones já flagraram espertinhos estendendo redes, e a Patram promete que a multa vai doer mais que fisgada de piranha.

* Páscoa Sem Abuso: Com a chegada do feriado, o cerco vai fechar para garantir que o peixe consiga procriar em paz.

Basicamente: se quiser pescar, leve a vara e a paciência. Se levar a rede, leve também o talão de cheques para a multa!

A proposta foi apresentada nesta terça-feira (10) e deve ser avaliada pelo Poder Executivo nos próximos dias.
A proposta foi apresentada nesta terça-feira (10) e deve ser avaliada pelo Poder Executivo nos próximos dias.

Fiscalização e registros recentes de pesca irregular


A discussão sobre o tema ganhou força nas últimas semanas após registros de pesca irregular nas barragens. Drones da Associação dos Usuários do Perímetro do Arroio Duro (AUD), responsável pela manutenção das estruturas, flagraram pessoas utilizando redes e embarcações na captura de peixes.


Segundo o conselho, a prática tende a se intensificar com a aproximação da Páscoa, período em que tradicionalmente aumenta a procura por pescado.


A fiscalização ambiental na região também é realizada pelo Pelotão Ambiental da Brigada Militar (Patram). Se o projeto for aprovado, também será ilegal transportar, comercializar ou industrializar espécimes provenientes da pesca predatória.

 
 
 

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